Operação Pantanal em MS deve contar com reforço de bombeiros de outros Estados
- Corumbá em Foco
- 23 de jul. de 2024
- 2 min de leitura
Maracangalha, além de outros nos municípios de Bodoquena e Bonito. Outros pontos são monitorados na Estrada Parque de Piraputanga e próximo ao município de Coxim.
As ações para controle e extinção das chamas, como parte da temporada de incêndios florestais 2024, completou 112 dias na segunda-feira (22), com trabalho realizado por terra, ar e água. Além do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul), a atuação no Pantanal conta com o apoio de equipes da Força Nacional e Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), e ainda agendes do Ibama, ICMBio e brigadistas do PrevFogo.
“Este momento é de troca de guarnições, e a gente precisa se preocupar com tudo. Na parte de logística, devido à dificuldade de acesso no terreno, a gente providencia alimentação, água, material de higiene, para que os militares tenham condições de trabalho nos locais. Principalmente nas bases avançadas, pois as dificuldades são extremas. A gente organiza os materiais enviados aos locais onde as guarnições ficam preparadas para combater os incêndios”, explicou a tenente-coronel Tatiane Inoue, diretora de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar, responsável pelo monitoramento e ações de combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul.
O início da semana foi marcado por condições climáticas extremas no Pantanal, o que eleva o risco de incêndios e a rapidez da propagação das chamas. A ausência de chuva aliada a baixa umidade relativa do ar, que ontem ficou em apenas 19%, além da temperatura com picos acima de 33°C e rajadas de vento que chegam a 24 km/h, prejudicam o trabalho.
As operações de combate aos incêndios florestais foram intensificadas, com continuidade de serviços iniciados no fim de semana e com foco no monitoramento e rescaldo das áreas já queimadas. Com as condições climáticas adversas, o trabalho de combate tem esforço concentrando no controle das chamas em áreas remanescentes e prevenção de novas ocorrências.




Comentários